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	<title>Psiquiatria &#8211; CEMER Caldas Novas</title>
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	<description>Centro Médico Rezende</description>
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		<title>VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE UM MÉDICO PSIQUIATRA E UM MÉDICO NEUROLOGISTA?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[welcomemidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2015 14:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psiquiatria]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos confundem a área de atuação da neurologia com a da psiquiatria e&#8230;não raro, pacientes preferem procurar um neurologista a um psiquiatra na ilusão de que seu problema é mais “simples” e, portanto, dispensa o psiquiatra, “que cuida de casos mais graves, ou de “loucos”. O neurologista trata de doenças neurológicas que acometem o cérebro, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos confundem a área de atuação da neurologia com a da psiquiatria e&#8230;<span id="more-2016"></span>não raro, pacientes preferem procurar um neurologista a um psiquiatra na ilusão de que seu problema é mais “simples” e, portanto, dispensa o psiquiatra, “que cuida de casos mais graves, ou de “loucos”.</p>
<p>O neurologista trata de doenças neurológicas que acometem o cérebro, a medula espinhal e os nervos periféricos, causando prejuízos para a coordenação motora, força muscular, movimentos e sensibilidade do corpo ou cursando com perda da consciência, crises convulsivas, cefaléias, entre outros sintomas. Trata ainda das infecções do sistema nervoso central (meningites, encefalites), dos tumores, das doenças isquêmicas e hemorrágicas (como AVC&#8217;s).</p>
<p>A psiquiatria se encarrega do tratamento das desordens emocionais e do comportamento, que também ocorrem no cérebro, numa área especializada em emoção denominada sistema límbico.</p>
<p>O psiquiatra é o médico especialista em prevenir, diagnosticar e tratar doenças mentais, cujas manifestações são principalmente psicológicas. Isso quer dizer que os quadros tratados pelos psiquiatras dão poucos sintomas físicos: o que incomoda o paciente que procura um psiquiatra são &#8216;sintomas mentais&#8217; que ele apresenta. Por exemplo: não tem vontade de fazer mais nada, fica sempre triste o dia inteiro, está ansioso, ouve vozes, é muito agitado e inquieto, tem dificuldade de se concentrar. Alguns exemplos de doenças tratadas por essa especialidade são: a depressão, os transtornos de ansiedade, esquizofrenia, transtorno bipolar, entre outras..</p>
<p>A psiquiatria e a neurologia são duas especialidades médicas, ou seja, especializações que o médico faz depois de se formar. Ambas trabalham bastante com o sistema nervoso, especialmente o cérebro, mas tratam de problemas completamente diferentes (e que geralmente causam muita confusão entre os pacientes na hora de escolher a especialidade necessária para seu problema).</p>
<p>O neurologista é o médico especialista em problemas no sistema nervoso, o que envolve não só o cérebro, mas também a medula espinhal e os nervos do nosso corpo. Então qualquer problema relacionado à integridade desses órgãos e ao seu funcionamento é de responsabilidade do neurologista (ou do seu equivalente cirúrgico &#8211; o neurocirurgião).</p>
<p>É verdade que as doenças psiquiátricas também são causadas por problemas no funcionamento do sistema nervoso, mas em geral os problemas tratados pelos neurologistas dão sintomas físicos e envolvem defeitos de caráter mais estrutural, físico, em alguma parte do sistema nervoso.</p>
<p>Algumas das doenças tratadas pelos neurologistas são: enxaqueca (alguns tipos), epilepsias e doenças vasculares encefálicas (como aneurismas).   Essa confusão é comum por se tratarem de especialidades que lidam muito com um mesmo órgão: o cérebro.</p>
<p>De forma simples e resumida, <strong>o neurologista se preocupa mais com alterações estruturais, anatômicas, enquanto o psiquiatra foca nos problemas mentais, com manifestações psicológicas.  </strong></p>
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			</item>
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		<title>PROGRAMA FRIENDS DE PREVENÇÃO À DEPRESSÃO E À ANSIEDADE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[welcomemidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2015 01:57:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psiquiatria]]></category>
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					<description><![CDATA[Você sabia que no ano de 2030 a Organização Mundial de Saúde estima que a DEPRESSÃO será a doença mais incapacitante do mundo? Além disso, será a doença que mais gerará custos em tratamentos com medicação e terapia, além de afastamentos do trabalho e perda de rendimentos. Além disso, se você como pai ou mãe [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que no ano de 2030 a Organização Mundial de Saúde estima que a DEPRESSÃO será a doença mais incapacitante do mundo?<span id="more-2010"></span><br />
Além disso, será a doença que mais gerará custos em tratamentos com medicação e terapia, além de afastamentos do trabalho e perda de rendimentos.</p>
<p>Além disso, se você como pai ou mãe já tiveram depressão a chance de seu filho também ter aumenta em número considerável, sendo que a mesma tem influência de conteúdos genéticos, além de ambientais e cult<span class="text_exposed_show">urais.</span></p>
<div class="text_exposed_show">
<p>Que tal começar pela PREVENÇÃO?<br />
No programa Friends seu filho aprende estratégias para se tornar um adulto saudável e resiliente (capaz de superar as adversidades/problemas da vida).</p>
<p>Proporcione saúde emocional ao seu filho!!!</p>
<p>O programa Friends tem como objetivos centrais a promoção de saúde e prevenção de depressão e ansiedade na infância.<br />
Além disso, oferece informações para que os pais saibam identificar os primeiros sinais de desgaste emocional do seus filhos e ensina habilidades que podem ser empregadas para ajudá-los a enfrentar situações desafiadoras, desenvolvendo filhos resilientes emocional e socialmente.</p>
</div>
<p>O programa <strong>FRIENDS</strong> foi criado para auxiliar crianças e jovens, em níveis adequados de desenvolvimento, a aprender habilidades e técnicas importantes para lidar, e até mesmo vencer a depressão e também a ansiedade. O simbolismo da palavra AMIGOS é baseado nos seguintes princípios:</p>
<ol>
<li>A palavra <strong>AMIGOS</strong> ajuda crianças e jovens a recordar cada uma das habilidades ensinadas ao longo do programa.</li>
<li>Nosso corpo é nosso <strong>AMIGO</strong> e nos diz quando estamos nos sentindo preocupados ou nervosos, nos dando pistas.</li>
<li>É importante a criança aprender a ser sua própria <strong>AMIGA</strong>, recompensando- lhe quando ela se esforça.</li>
<li>É importante fazer <strong>AMIGOS</strong>, para que possamos construir a nossa rede de apoio social e nos sentirmos mais felizes.</li>
<li>O programa <strong>FRIENDS</strong> pode reforçar a dinâmica familiar e as competências parentais, pois as habilidades de enfrentamento são praticadas diariamente em casa.</li>
</ol>
<p>O <strong>FRIENDS</strong> é um programa inovador baseado em pesquisas e com uma forte base teórica. O modelo teórico para a prevenção e intervenção precoce de ansiedade e depressão engloba processos de relacionamentos (emoções), fisiológicos (corpo), cognitivos (mente) e de aprendizagem (comportamento) que interagem no desenvolvimento, na experiência e na manutenção da ansiedade. Muitas das habilidades e técnicas ensinadas durante as intervenções que estão associadas a essas quatro áreas tem sido amplamente utilizadas na prevenção e no tratamento dos transtornos  em crianças e jovens.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>O que é ANSIEDADE???</title>
		<link>https://www.cemercaldasnovas.com.br/o-que-e-ansiedade/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-e-ansiedade</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[welcomemidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2015 13:05:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psiquiatria]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; A perspectiva da abordagem cognitiva diz-nos que a ansiedade tem a origem nos nossos pensamentos&#8230;. nós interpretamos os acontecimentos e as situações, dando-lhes significados que nos fazem sentir nervosos e preocupados. A ansiedade é positiva, até um certo grau, porque nos permite preparar e ultrapassar alguma situações difíceis. Por exemplo, o atleta que aguarda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A perspectiva da abordagem cognitiva diz-nos que a ansiedade tem a origem nos nossos pensamentos&#8230;.<span id="more-1997"></span></p>
<p>nós interpretamos os acontecimentos e as situações, dando-lhes significados que nos fazem sentir nervosos e preocupados.</p>
<p>A ansiedade é positiva, até um certo grau, porque nos permite preparar e ultrapassar alguma situações difíceis. Por exemplo, o atleta que aguarda o sinal de partida numa corrida fica mais atento para o início da prova.</p>
<div class="text_exposed_show">
<p>Quando experienciamos ansiedade, é difícil especificar aquilo que a provoca: ela é uma resposta a um perigo vago, distante ou mesmo irreconhecível. A ansiedade afeta todo o organismo: é uma reacção fisiológica, comportamental, emocional e psicológica.</p>
<p>A um nível fisiológico, os sintomas podem ser desde batimentos acelerados do coração, tensão muscular, transpirar nas palmas da mãos e pés, respiração rápida e boca seca e dores de cabeça ; a um nível comportamental, a ansiedade pode prejudicar e afetar bastante o nosso comportamento, como a expressão oral (&#8220;ter uma branco&#8221;), o desempenho desportivo e escolar ou lidar com situações simples do dia-a-dia. Psicologicamente, é um estado subjectivo de apreensão, medo ou preocupação, que em casos extremos pode levar a pensamentos como &#8220;medo de morrer&#8221; ou &#8220;medo de enlouquecer&#8221;.</p>
<p>O problema surge quando a ansiedade é excessiva (devido à sua intensidade, frequência e duração no tempo) ,acabando por bloquear o raciocínio e o desempenho nas situações e perturbar as atividades cotidianas. Neste caso, pode provocar sofrimento, um pior desempenho das atividades diárias (&#8220;algo horrível vai acontecer&#8221;, &#8220;não me consigo concentrar&#8221;) e prejudicar o sono e as relações pessoais.<br />
Um ato relativamente inofensivo como entrar em um elevador ou estar perto de uma varanda num andar elevado pode ser vivido com muita intensidade e sofrimento para quem experimenta um transtorno de ansiedade porque avalia a situação com uma elevada probabilidade de ocorrência de um acontecimento negativo ou mesmo catastrófico.</p>
<p>Enquanto que o medo pode ser uma reação adaptativa do organismo quando nos prepara para um perigo real (por exemplo, se virmos um urso a caminhar na nossa direcção, o coração começa a bater mais rapidamente, bombeando mais sangue, para melhor podermos fugir dessa situação) e desta forma protegemo-nos dos perigos reais, na ansiedade patológica há uma avaliação exagerada de um perigo em situações relativamente inofensivas: um simples encontro social vai ser interpretado pelo fóbico social como uma situação humilhante, embaraçosa e vivida com muita ansiedade e apreensão.</p>
<p>A questão aqui é avaliar se estamos diante de um perigo REAL! Na maioria das vezes, nossas distorções de pensamentos nos faz imaginar uma situação perigosa e a ansiedade se torna inadequada levando ao sofrimento.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Eu? Ir ao Psiquiatra? Por que? Uma pergunta difícil de responder&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[welcomemidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2015 14:17:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[estilo de vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta é uma pergunta um tanto difícil de responder, pois envolve a visão do indivíduo sobre si&#8230; Esta é uma pergunta um tanto difícil de responder, pois envolve a visão do indivíduo sobre si, assim como a visão das outras pessoas sobre o mesmo. Partindo do princípio que o portador de algum transtorno mental pode [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é uma pergunta um tanto difícil de responder, pois envolve a visão do indivíduo sobre si&#8230;</p>
<p><span id="more-1321"></span></p>
<p>Esta é uma pergunta um tanto difícil de responder, pois envolve a visão do indivíduo sobre si, assim como a visão das outras pessoas sobre o mesmo.</p>
<p>Partindo do princípio que o portador de algum transtorno mental pode ou não ter consciência disto, podemos antever a dificuldade de convencer o indivíduo a se consultar com um médico, principalmente com um Psiquiatra. Às vezes este não sabe como pedir ajuda.<br />
Leigamente, passar em consulta com um Psiquiatra leva a pensar que a pessoa está “louca”. Assim, o preconceito ou estigma prevalece comprometendo ainda mais a possibilidade de ajuda médica especializada. É comum ouvir de pacientes que, antes de se consultarem com o Psiquiatra, já seguiram orientações ou aconselhamentos de populares, comprometendo ainda mais a patologia.</p>
<p>Finalmente, quando a pessoa se sente angustiada e não encontra uma solução para o problema emocional ou apresenta uma alteração de comportamento muito importante, é aconselhável uma consulta com o Psiquiatra. Da mesma forma, a consulta é importante quando a pessoa não demonstra consciência do mal estar que está infligindo a outros ou a si mesmo. A iniciativa pode ser tanto do próprio paciente quanto dos familiares.<br />
É comum a necessidade da intervenção tanto do Psiquiatra quanto do Psicólogo no atendimento destas condições. A interatividade e sincronia destes dois profissionais objetivam o aprimoramento do tratamento e a remissão mais rápida da patologia.</p>
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