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	<title>Sem categoria &#8211; CEMER Caldas Novas</title>
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	<description>Centro Médico Rezende</description>
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		<title>DEPRESSÃO: quando os pensamentos se tornam um ciclo vicioso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[welcomemidia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2015 15:43:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[A Depressão é caracterizada por sentimentos de tristeza, desalento, pessimismo&#8230; e uma perda geral de interesse pela vida, combinados com um sentimento de mal estar físico e de incapacidade generalizada. A maioria das pessoas experimenta estes sentimentos como reacção normal a um dado acontecimento (ex: luto). Mas se a depressão ocorrer sem causa aparente ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Depressão é caracterizada por sentimentos de tristeza, desalento, pessimismo&#8230;<span id="more-1958"></span> e uma perda geral de interesse pela vida, combinados com um sentimento de mal estar físico e de incapacidade generalizada. A maioria das pessoas experimenta estes sentimentos como reacção normal a um dado acontecimento (ex: luto). Mas se a depressão ocorrer sem causa aparente ou é demasiado profunda ou persistente, é necessário recorrer a ajuda especializada.</p>
<p>Os sintomas variam com a gravidade da doença. As pessoas deprimidas têm, em geral, uma visão negativa de si próprios, do seu ambiente e do futuro. Percepcionam-se como não tendo valor, inadequados, indesejáveis e deficientes (Young, J.; Beck, A. , Weinberger, A. 1993).</p>
<p>Na depressão ligeira, os principais sintomas são ansiedade e um humor instável e por vezes, crises de choro sem razão aparente. Numa depressão mais grave, os sintomas podem ser falta de apetite, dificuldade em dormir, falta de interesse e prazer nas atividades sociais, sensação de cansaço e falta de concentração. Os movimentos e o raciocínio podem tornar-se mais lentos; em alguns casos a pessoa torna-se mais agitada e ansiosa. As pessoas gravemente deprimidas podem ter ideias de morte e/ou suicídio e alimentar sentimentos de culpa e de inutilidade. A intensidade dos sintomas pode variar com a altura do dia. Em geral, os deprimidos sentem-se melhor à medida que o dia avança, mas em algumas pessoas os sintomas pioram à noite. Se a depressão não tiver tratamento, os sintomas os sintomas tornam-se cada vez mais evidentes. A pessoa pode retrair-se completamente e passar a maior parte do tempo na cama , isolada de tudo e de todos.</p>
<p>As causas podem ser de vária ordem, desde algumas doenças físicas (infecção viral) ou desordens hormonais. A hereditariedade (genética da família) pode ter o seu papel. Mas além das causas biológicas, são fundamentais os factores sociais, ambientais e relacionais. As crises depressivas estão muito relacionadas com acontecimentos perturbadores (falecimento de ente próximo, desemprego, etc) e com fases críticas do ciclo vital da pessoa (adolescência, maternidade, velhice).</p>
<p>Tratamento da depressão</p>
<p>O tratamento, com terapia cognitivo- comportamental, que realizamos, é muito eficaz para as pessoas cuja personalidade e experiências de vida são a causa principal da doença. A este tipo chamamos depressão reactiva (porque o indivíduo reage a acontecimentos perturbadores). Nestas circunstâncias, a pessoa pode ter uma menor capacidade para lidar eficazmente com situações problemáticas, como a morte de pessoas chegadas, o divórcio ou a separação, a perda do emprego ou problemas graves de saúde. O apoio psicológico é fundamental, que pode variar desde uma abordagem informal ou orientada para a solução dos problemas ou até às abordagens mais estruturadas de uma terapia cognitivo- comportamental, dependendo da personalidade e das problemáticas do indivíduo. É fundamental a escuta ativa e empática do psicólogo, onde o indivíduo pode conversar livremente, sem pressões e sem ser julgado.</p>
<p>Segundo as recomendações da Associação Americana de Psiquiatria, uma combinação de terapia cognitivo- comportamental com medicamentos é mais eficaz do que apenas medicamentos. Esta associação ainda recomenda como tratamento de eleição para a depressão ligeira a moderada, a terapia cognitiva ou esta terapia em conjugação com medicamentos.</p>
<p>O prognóstico é bom em relação à maior parte dos indivíduos, desde que tenham tratamento e vigilância adequados. O principal risco é o suicídio, cuja causa, em mais de 80% dos casos, é a depressão.</p>
<p><strong>Qual a eficácia da &#8220;terapia psicológica&#8221; que realizamos ?</strong></p>
<p>A eficácia da psicoterapia cognitivo- comportamental tem sido confirmada por muitos estudos nos últimos 20 anos. Os estudos indicam que a predisposição genética contribui apenas 16% para a depressão, e que os acontecimentos de vida são a causa mais importante, para a grande maioria das pessoas.</p>
<p>Os medicamentos são a forma mais comum de tratamento da depressão e há uma crença generalizada que são o tratamento mais eficaz. Mas esta crença não é confirmada por muitos estudos cuidadosamente conduzidos nas últimas décadas.  No caso da depressão ligeira a moderada, a terapia psicológica é tão ou mais eficaz que os medicamentos ( William G. Danton, Gurland Y. DeNelsky). A eficácia da terapia cognitivo- comportamental na depressão é notável, sendo mais eficaz que a farmacoterapia (Dobson, 1989).</p>
<p>Infelizmente ainda existe algum preconceito ou relutância em procurar ajuda para problemas emocionais, como a depressão. Os seus sintomas são vistos, habitualmente, como um sinal de fraqueza em vez de um sinal de que algo não está equilibrado e que é um sinal de auto-estima procurar ajuda, em vez de continuar sozinho num ciclo de auto-crítica ou negativismo.</p>
<p><strong>O que faz o psicólogo? Qual o papel da psicologia no tratamento da depressão?</strong></p>
<p>O modelo &#8220;cognitivo&#8221; da depressão afirma que os nossos pensamentos, crenças, comportamentos e bioquímica são todos componentes importantes dos transtornos depressivos. Cada abordagem de tratamento tem o seu &#8220;foco de conveniência&#8221;. O médico intervém a nível bioquímico, o psicólogo intervém nos pensamentos, crenças, afetos e comportamento. Quando mudamos os pensamentos depressivos, simultaneamente mudamos o humor, o comportamento e (provavelmente) a bioquímica. Uma &#8220;cognição&#8221; refere-se á forma como olhamos as coisas- é a forma como interpretamos o mundo. Nós sentimo-nos mais tristes ou mais felizes em função do que estamos a pensar num determinado momento. As pessoas deprimidas tendem a distorcer a realidade, vendo o mundo de uma forma peculiar. A terapia ajuda a reconhecer e a modificar os padrões de pensamento distorcidos, automáticos e irrealistas e substituir estas formas de pensamento por outras mais realistas e adaptadas à realidade.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Alguns dos pontos que se trabalham com a terapia são:</strong></p>
<p>&#8211; Identificar quais são os problemas da vida que estão a contribuir para a depressão. Identificar opções para o futuro e definir objetivos realistas a atingir, para melhorar o estado emocional.</p>
<p>&#8211; Compreender regras, pressupostos, padrões de pensamento que contribuem para um sentimento de depressão. Modificar crenças irracionais e improdutivas.</p>
<p>&#8211; Identificar as formas distorcidas de pensamento que contribuem para a tristeza e desesperança.</p>
<p>&#8211; Identificar outros padrões de pensamento e de comportamento que contribuam para manter a depressão. (Ex: Frequentemente, as pessoas deprimidas &#8220;aprendem&#8221; a isolar-se de outras pessoas ou a pensarem em acontecimentos negativos, de forma constante. Aprender  competências sociais ou programar actividades de prazer são metas frequentes de tratamento).</p>
<p>&#8211; Ajudar as pessoas a ganhar um sentido de controle da vida e a tirar prazer com as experiências de vida.</p>
<p><strong> Em que difere a terapia cognitiva de outros tipos de terapia?</strong></p>
<p>Na terapia cognitiva que realizamos, o terapeuta e o cliente têm um papel ativo, onde são trabalhados por ambos diversos problemas, com recurso a técnicas, estratégias e exercícios que deverá fazer entre as consultas. Enquanto que em alguns tipos de terapia o psicólogo têm um papel pouco ativo, onde o cliente pouco mais faz do que falar, na terapia cognitiva definem-se objetivos e formas de os atingir. Por entre um grande número de técnicas/ estratégias que são utilizadas, por exemplo, o cliente vai registar em folhas de exercícios os &#8220;pensamentos disfuncionais&#8221; e aumentar a consciência dos padrões de pensamento que utiliza:</p>
<p>&#8211; Catastrofização: pensar apenas no pior que pode vir a acontecer, sem ter em consideração outros desfechos possíveis. Acreditar que o que pode acontecer é insuportável, em vez de ver os acontecimentos em perspetiva.</p>
<p>&#8211; Filtro Mental: focar-se apenas em acontecimentos negativos e desvalorizar ou ignorar o positivo. Ex. Focar-se numa crítica que recebeu e ignorar e esquecer qualquer elogio. Centrar o pensamento numa pessoa com quem se zangou e esquecer ou desvalorizar os amigos que tem. Dar uma atenção desproporcional às situações de vida.</p>
<p>&#8211; Leitura Mental: Acreditar que sabe o que as pessoas pensam, como se estivesse a ler os pensamentos dos outros. Ex. Noto que todas as pessoas pensam mal de mim.</p>
<p>Depois são identificados temas de vida, atitudes, regras ou leituras sobre as pessoas e as situações de vida que em geral mantêm uma visão depressiva. A terapia pode então ensinar competências para lidar com os problemas mais comuns que mantêm a depressão que são:</p>
<p>&#8211; Desesperança: Acreditar que nada funciona ou vai funcionar. Aprender a ultrapassar a perda de esperança e pessimismo. Aprender a focar o pensamento no que é útil, eficaz, produtivo e prazeiroso.</p>
<p>&#8211; Rotulação: Acreditar que é um perdedor, sem valor. Nesta situação pretende-se gerir o auto- criticismo  e reduzir a ruminação dos pensamentos de que fez algo de errado ou que há algo de errado consigo. Ninguém é 100% errado ou 100% perfeito. Todos estamos neste continuum de aprendizagem e imperfeição.</p>
<p>&#8211; Perfecionismo, não suportar cometer erros. Aprender a separar a auto-estima do comportamento. O nosso valor não se mede pelo número de erros ou sucessos que atingimos!</p>
<p>&#8211; Desmotivação. Não ter energia para fazer nada. Trabalha-se a motivação em consulta e como se pode aumentar gradualmente a energia e o sentimento de estar a fazer algo produtivo.</p>
<p>&#8211; Ruminação. Estar constantemente a ruminar sobre o passado, sobre erros ou situações mal- sucedidas. Neste ponto trabalha-se em consulta formas de aceitação de emoções e pensamentos inúteis ( até que se evaporem!) e de focar o pensamanto em atitudes úteis.</p>
<p>&#8211; Isolamento. Não suportar estar sozinho (a) e não conseguir manter relações sociais satisfatórias. Talvez o aspecto mais importante na manutenção de bom estado de humor esteja na habilidade de desenvolver e manter boas relações sociais e pessoais.</p>
<p>Os nossos sentimentos são, sem dúvida, influenciados pelos acontecimentos de vida, pela nossa bio-química e por acontecimentos traumáticos do passado. Mas os nossos sentimentos não estão fora do nosso controlo. Podemos aprender a mudar a maneira de pensar e, consequentemente, a maneira de sentir. As mensagens que damos a nós próprios têm um grande impacto nas nossas emoções. A tristeza e depressão resultam muitas vezes de sentimentos de perda, acreditando que perdeu algo de importante para a auto- estima.</p>
<p>As pessoas que ultrapassam a depressão através da psicoterapia têm mais hipóteses de continuar bem e de não terem recaídas, em comparação com aquelas que só foram tratadas com anti-depressivos. Os medicamentos podem ser úteis para alguns indíviduos, especialmente nas depressões mais severas- combinados com a psicoterapia para um máximo efeito. (Burns, D. , 1999)</p>
<p>Bibliografia consultada (essencial):</p>
<p>Alford, B.A., Beck, A.T., The Integrative Power of Cognitive Therapy. The Guilford Press, 1998</p>
<p>Dobson,K.S. et al (2006) Manual de Terapias Cognitivo- comportamentais. Porto Alegre: Artes Médicas.</p>
<p>Fochtmann LJ, Gelenberg AJ: Guideline Watch: Practice Guideline for the Treatment of Patients With Major Depressive Disorder, 2nd Edition. (2005) Arlington, VA: American Psychiatric Association.</p>
<p>Leahy, Robert (2010) Beat the Blues before they beat you. Hay House Inc.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Consumo de Tabaco X Desenvolvimento de Demência</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2015 13:48:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de tabaco]]></category>
		<category><![CDATA[doença de Alzheimer]]></category>
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					<description><![CDATA[O consumo de tabaco é um fator de risco para o desenvolvimento de demência&#8230; O consumo de tabaco é um fator de risco para o, desenvolvimento de demência porque, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), pode estar por trás de até 14% dos casos de Alzheimer. A agência da ONU publicou hoje [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de tabaco é um fator de risco para o desenvolvimento de demência&#8230;</p>
<p><span id="more-1307"></span></p>
<p>O consumo de tabaco é um fator de risco para o, desenvolvimento de demência porque, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), pode estar por trás de até 14% dos casos de Alzheimer.</p>
<p>A agência da ONU publicou hoje o primeiro de uma série de documentos que alertam para os riscos à saúde do tabaco, para resumir a evidência científica que temos atualmente sobre este tema.</p>
<p>Embora os efeitos prejudiciais mais conhecidos pelo tabaco sejam os cardiovasculares, que se relacionam com um risco aumentado de acidente vascular cerebral ou doença cardíaca, os autores do relatório apontam que fumar aumenta o nível de homocisteína plasmática, um fator de risco também está associada com vários tipos de demência.</p>
<p>Também acelera o desenvolvimento da aterosclerose, um endurecimento dos vasos sanguíneos do coração e do cérebro que podem privar os neurônios do oxigênio de que necessitam; e também pode causar o stress oxidativo, que leva à morte neuronal e se associa a uma pior resposta inflamatória, que também ocorre nos pacientes de Alzheimer.</p>
<p>Mas a relação entre tabaco e doença de Alzheimer não afeta apenas os fumantes, diz a OMS, como a que sofrer exposição à fumaça de segunda mão, que é conhecida como tabagismo passivo, podendo aumentar para 78% o risco de demência, especialmente quando a exposição ocorre em casa.</p>
<p>E de igual modo, o risco aumenta também com o consumo de outras formas de tabaco, como o Snus ou tabaco de mascar, uma vez que é uma substância que contém mais de 2000 produtos químicos, incluindo nicotina.</p>
<p>&#8220;Como não há tratamento disponível atualmente para curar ou alterar o curso progressivo da demência, é essencial identificar os fatores de risco modificáveis para reduzir o aparecimento da doença, atrasar o seu aparecimento ou reduzir sua carga&#8221;, defende a OMS, que garante que há estudos demonstrando que parar de fumar reduz o risco de desenvolver a doença de Alzheimer.</p>
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		<title>Psicoeducação sobre depressão</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2015 13:06:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[depressao]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas da depressao]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza profunda]]></category>
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					<description><![CDATA[A Depressão é uma doença , crônica e recorrente, que produz uma alteração do humor &#8230; A Depressão é uma doença , crônica e recorrente, que produz uma alteração do humor caracterizada por uma tristeza profunda, sem fim, associada a sentimentos de dor, amargura, desencanto, desesperança, baixa autoestima e culpa, assim como a distúrbios do sono [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Depressão é uma doença , crônica e recorrente, que produz uma alteração do humor &#8230;</p>
<p><span id="more-1285"></span></p>
<p style="text-align: left;">A Depressão é uma doença , crônica e recorrente, que produz uma alteração do humor caracterizada por uma tristeza profunda, sem fim, associada a sentimentos de dor, amargura, desencanto, desesperança, baixa autoestima e culpa, assim como a distúrbios do sono e do apetite.</p>
<p style="text-align: justify;">Depressão é uma doença como qualquer outra. Não é sinal de loucura, nem de preguiça nem de irresponsabilidade. Se você anda desanimado, tristonho, e acha que a vida perdeu a graça, procure assistência médica. O diagnóstico precoce é o melhor caminho para colocar a vida nos eixos outra vez;</p>
<p style="text-align: justify;">Depressão pode ocorrer em qualquer fase da vida: na infância, adolescência, maturidade e velhice. Os sintomas podem variar conforme o caso. Nas crianças, muitas vezes são erroneamente atribuídos a características da personalidade e nos idosos, ao desgaste próprio dos anos vividos;</p>
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